By ricardopoppi

Terminou hoje o hackathon de dados educacionais promovido pelo INEP e Fundação Lemann. Projetos ótimos, pessoal aprendendo sobre dados de educação e bastante inspiração.

Projetos tocados:

Equipe 2: https://github.com/dataeduc/zoom
Equipe 3: http://www.politicadofuturo.com.br/
Equipe 4: http://inep.envolva.org/
Equipe 5: https://github.com/vitorbaptista/escola-que-queremos
Equipe 6: Busca Escola – http://www.buscaescola.org
Equipe 7: Valorize (projeto de valorização de professores, não foi concluído)
Equipe 8: Padeb – https://github.com/andreluism
Equipe 1: EduQI – https://github.com/dcardosods/eduqi e https://github.com/samuelyuri/eduqiservice

Enquanto isso na sala hacker:

Pout Pourri da premiação:

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By ricardopoppi

Terminou nessa quinta-feira o evento de planejamento do CISL – Comitê de Implementação de Software Livre do Governo Federal, abaixo o resultado parcial desses dois dias de trabalho:

PLANEJAMENTO 2013 – 2014 (Versão bruta, sem revisão e consolidação)

DIRETRIZES

1.Colaboração
* Estimular o desenvolvimento colaborativo de software, as redes de colaboração e incentivar mudança de cultura organizacional;

2.Formação
* Promover formação contínua do quadro de pessoal da administração pública federal em Software Livre;

3.Adoção de tecnologias abertas
* Adotar soluções baseadas em Software Livre, Hardware Livre e padrões abertos,

4.Sociedade e Transparência
* Popularizar o uso de Software Livre na sociedade;
* Fortalecer movimentos sociais colaborativos em torno de tecnologias livres;
* Disponibilizar dados, processos, meios e códigos que permitam a transparência do governo, a auditabilidade plena e a segurança dos sistemas além de permitir à sociedade conhecer e produzir informação pública para controlar a administração e com ela contribuir.

5. Inovação e desenvolvimento
* Fortalecer negócios em tecnologia abertas.
* Incentivar a adoção, o desenvolvimento e a pesquisa de Software Livre nas instituições de ensino e pesquisa

6. Sinergia com outras ações de governo
* Garantir a Sinergia com outras ações e programas de governo, trabalhando pelo desenvolvimento e combate a miséria.

SUMARIO

GRUPO1
OBJETIVOS: 8 (2 objetivos sem indicadores)
INDICADORES: 10
AÇÕES: 31 (todas sem responsáveis)

GRUPO2
OBJETIVOS: 9
INDICADORES: 20
AÇÕES: 18 (11 sem responsável)

GRUPO3
OBJETIVOS: 17 (3 sem Indicadores)
INDICADORES: 28
AÇÕES: 24 (8 sem responsável)

OBJETIVOS
=======================================================

1) – Adoção de Software Livre em servidores, estações de trabalho e no desenvolvimento de sistemas;
2) – Estratégias de adoção de Software Livre;
3) – Compartilhamento dos casos de sucesso de adoção de Software Livre;
4) – Convencer a alta hierarquia do governo das vantagens do uso de Software Livre;
5) – Políticas para capacitação do Governo em Software Livre;
6) – Sensibilização dos gestores e atores políticos para Software Livre;

a) Garantir produção e acesso a informação e conhecimento sobre Software Livre nos mais diversos ambientes e locais;
Indicador:
– Número de profissionais que tiveram acesso aos produtos disponibilizados;
– Número de produtos criados;
Ação 1: Criar no Portal www.softwarelivre.gov.br base de conhecimento (manuais, casos de sucesso, vídeos, etc);
Ação 2: Fomentar o compartilhamento de notas técnicas para justificar o não uso de software privativo;
Ação 3: Criar metodologia de implantação de Software Livre;
Ação 4: Criar processos de documentação e orientar os órgãos a documentar os processos de migração;
Ação 5: Criar catálogo de funcionalidades e softwares;
Ação 6: Fomentar a troca de experiência em software livre com encontros presenciais.

b) Ampliar a capacitação de pessoal para utilização de Software Livre no Governo Federal;
Indicador: Número de profissionais capacitados;
Ação 1: Criar banco de talentos do governo para treinamento;
Ação 2: Mapear laboratórios negociados para capacitações do CISL;
Ação 3: Fomentar remuneração dos instrutores do governo;
Ação 4: Orientar as áreas responsáveis por treinamento para ter um plano de software livre;
Ação 5: Estabelecer uma rede de apoio e capacitação para elaboração dos projetos de migração;
Ação 6: Reforçar iniciativas abertas de EaD como o CDTC;
Ação 7: Fomentar que os órgãos realizem e divulguem eventos abertos sobre software livre;
Ação 8: Fomentar catálogo de cursos com seus fornecedores;

c) Identificar (mapear) Softwares Livres utilizados pelas instituições do Governo Federal, o estágio atual de adoção de Software Livre e os casos de sucesso ainda não documentados;
Indicador:
- Número de casos de sucesso publicados;
- Levantamento realizado;
Ação 1: Atualizar o levantamento de uso de Software Livre, incluindo quais softwares são utilizados
Ação 2: Contratar pesquisa para levantar dados e informações sobre a adoção de SL

d) Dimensionar o montante gasto com propriedade intelectual, com ênfase em TIC
Indicador: Relatório anual publicado
Ação 1: Interagir com TCU para solicitar inclusão no IGOV TI de questões afetas a propriedade intelectual.
Ação 2: Interagir com organismos nacionais e internacionais para saber como levantam informações afetas a propriedade intelectual
Ação 3: Criar grupo de trabalho ou viabilizar especialistas para elaborar o relatório consolidado.
Ação 4: Abrir consulta pública para consolidar o tema e apresentar o relatório

e) Garantir a sustentabilidade e suporte adequado às soluções livres adotada pelo Governo Federal
Indicador:
Ação 1: Fomentar a criação de um cadastro público de empresas (que prestam suporte) de até médio porte de software livre (CISL) – NoEmpCad / NoEmpMerc
Ação 2: Ampliar a atuação da Central de Suportes e Serviços do SISP-C3S para software livre.
Ação 3: Criar uma base de conhecimento de termos de referências, editais e especificações técnicas e artefatos do serviço de suporte (consultoria, capacitação, etc.) que sirva de orientação na adoção do contrato de prestação de serviço Responsável: SLTI – ItemCad (percentual de crescimento)
Ação 4: Orientar os órgãos a contratar empresas, nos casos de suporte, que tenham técnicos que participem ativamente na comunidade que colabora na evolução e melhorias do software Responsável: CISL

f) Ampliar a comunicação, conhecimento e compreensão da política de adoção de Software Livre
Indicador:
Ação 1: Colocar no Planejamento Estratágico e PDTI’s, a política de Software Livre, através de reuniões com as direções;
Ação 2: Construir estratégias coletivas de implantação de aplicações, customizando recursos, aumentando a sinergia e promovendo o tema.
Ação 3: Solicitar para que algum órgão pertecente ao CISL crie uma aplicação, para aplicativos móveis, para comunicação das ações Software Livre dentro do governo federal;
Ação 4: Promover reuniões de sensibilização para corpo técnico e gerencial
Ação 5: Criação de campanha de divulgação das facilidades que o CISL pode oferecer aos órgãos.

g) Ampliar a proporção de uso de sw livre em relação a software privativo
Indicadores:
* % o uso de software livre de infraestrutura
* % o uso de sw livre em desktops e equipamentos moveis
* % do desenvolvimento e adoção de sistemas de informação baseados em sw livre
Ação 1: Atualizar o levantamento de uso de Software Livre, incluindo quais softwares são utilizados (mesmo do objetivo c)

l) Orgãos da APF devem definir metas para adoção de sw livre e o CISL monitorar o cumprimento;
Indicador: Número de órgãos que informaram meta ao CISL;
Ação 1: Solicitar que os órgãos definam metas no seu planjemanto para SL e informem o CISL evolução da meta;

=======================================================
GRUPO 2: Compartilhamento e colaboração
=======================================================

OBJETIVOS
=======================================================

COM INDICADORES
A. Definir ambiente colaborativo de desenvolvimento federado para o setor público;
Indicadores:
- Número de projetos criados dentro do ambiente;
-Número de órgãos que disponibilizarm projetos
- Ambiente disponibilizado;
- Número de usuários participando por projeto;
- Quantidade de linhas de códigos desenvolvidas;

[AÇÃO]: SLTI – Criar grupo de trabalho

Obs da coordenação: Apenas o indicador de número de projetos que utilizam o ambiente é suficiente para verificar a realização do objetivo.

B. Definir catálogo de tecnologias abertas e livres desenvolvidas e ou utilizadas pelas unidades do governo;
Indicadores:
- Número de soluções cadastradas;
- Número de entidades participantes;
- Catálogo disponiblizado;

[AÇÃO]: SERPRO – Criar grupo de trabalho com proposta de catálogo

C. Estimular grupos de trabalhos específicos e comunidades temáticas para softwares de código aberto de uso comum;
Indicadores:
- Número de grupos de trabalhos em atividade;
- Número de técnicos do governo que participam oficialmente em grupo e ou comunidade de software livre;

[AÇÃO]: SLTI – Criar estrutura para o trabalho dos grupos

[AÇÃO]: SLTI – Definir responsável pelos grupos
[obs1] abaixo

D. Alocar recursos do orçamento federal para serem investidos nos softwares de código aberto selecionados pela Administração Pública Federal (APF).
Indicadores:
- Quantidade de recursos alocado;
- Quantidade de soluções contempladas com os recursos;
Obs da coordenação: como definir os software selecionados?

[AÇÃO]:SLTI e CISL elaboram proposta orçamentária anual para ações de software livre

[AÇÃO] CISL – Construir proposta para os gestores de fundos para que sejam alocados parte dos recursos para o software livre.

[AÇÃO]:SLTI, CISL e INTERLEGIS – Criar equipe de disseminação dos softwares livres na administração pública federal que possam visitar os órgãos.
[obs1]: Os recursos desta ação podem vir de emendas parlamentares.
[obs2]: Sugestão para o grupo X Inserir na LDO e no orçamento da união uma dotação específica para as ações do CISL.

E. Promover a participação em eventos de software livre de integrantes do seu corpo técnico envolvido na utilização ou melhoria de softwares relacionados.
Indicadores:
- Número de técnicos do governo que participam oficialmente de eventos;
- Quantidade de eventos de software livre em que houve participação técnicos;
- Quantidade de palestras ministradas;
obs da coordenação: apenas o número membros do governo que participaram é suficiente. É impossível separar apenas os técnicos.

[AÇÃO] – CISL – Disponibilizar lista de eventos de software livre para a participação dos membros do governo

[AÇÃO] – CISL – Estimular os organizadores de eventos a informar sobre as características do evento bem como quanto a participação governamental

[AÇÃO] – CISL – Enviar correspondência com informações sobre os eventos que serão monitorados.

[Obs: Seguem dois links com listas de eventos de SL:

http://www.softwarelivre.gov.br/eventos/eventos-2013

http://softwarelivre.org/portal/eventos ]

F: Definir os processos de compartilhamento e colaboração de softwares abertos e livres em documento que seja mantido e atualizado pelo CISL.
Indicadores:
- Quantidade de consultas realizadas por processos;
- Processos definidos;
***Obs da coordenação: Não ficou claro a motivação do objetivo. Talvez convirja para proposta de ciclo de vida do GT

[AÇÃO] – CISL – Definir um grupo de trabalho que elabore os processos, e faça a documentação dos mesmos.

G: Sensibilizar a direção das instituições públicas para inserir seus técnicos e gestores em comunidades de desenvolvimento de software livre de interesse estratégico de seus órgãos.
Indicadores:
- Números de órgãos que tenham definido suas comunidades de interesses;
- Números de técnicos alocados por órgão por comunidade de interesse;
- Quantidade de diretores de instituições sensibilizadas;
(***observação da coordenação: Como medir?)
- Quantidade de comunidade de interesses;

[AÇÃO] Promover eventos, ações, apresentações que sensibilizem os diretores de TI sobre a necessidade de participação e apoio nas comunidades.

[AÇÃO] Produzir e difundir documentação didática sobre as vantagens do engajamento dos técnicos nas comunidades

[AÇÃO] Solicitar aos palestrantes membros do CISL, a inserção de slides contendo informações sobre a importância do apoio e participação nas comunidades.

H: Promover a integração e interação com todas as esferas dos três poderes para fomentar a interoperabilidade, colaboração, compartilhamento e o desenvolvimento de soluções livres;
Indicadores:
- Número de soluções livres integradas neste modelo;
- Quantidade de entidades relacionadas
(meta: atingir TIControle.gov.br com soluções baseadas em software livre;)

[AÇÃO] SLTI e INTERLEGIS – Aprimoramento do ambiente virtual de apoio 4CMBr e o Colab sincronizando com o ambiente colaborativo de desenvolvimento.

[AÇÃO] CISL – Ampliar a divulgação através de um plano de comunicação

I: Estimular o compartilhamento das vagas de cursos de software livre entre diferentes órgãos;
Indicadores:
- Número de vagas disponibilizadas por cursos;
- Números de cursos que abriram vagas;

[AÇÃO] – CISL – Elaborar e definir um local para a disponibilização de vagas de cursos com sua classificação e gênero

[AÇÃO] – CISL – Informar as entidades para que disponibilizem vagas em cursos sobre esta ação.

=======================================================
GRUPO 3: Sociedade e Instituições de Ensino
=======================================================

OBJETIVOS
=======================================================

A. ACADEMIA
Interação do meio educacional acadêmico com o universo do sl e sociedade em geral
instiuições fazem educação e pesquisa

1. ENSINO

OBJ1 – Apoio à inclusão de Software Livre dentro do currículo dos cursos existentes
Indicadores:
Número de cursos que passaram a incorporar Software Livre
Número de horas-aula criadas com vídeo, slides, notas de aula, livro-texto, exercícios práticos
Número de alunos cobertos pelos cursos
Obs da coordenação: Apenas o indicador de número de cursos é suficiente
Obs da GT: por que é suficiente? ainda achamos que o número de alunos é interessante

Coord. CISL: AÇÂO1.0 – Levantamento de recursos (p.ex., LDO rubrica orçamentária, MTE)
SERPRO: AÇÃO1.1 – Levantamento do material exicom financiamento: stente e dos cursos que já usam SL (USP, IESB, MTE)
MTE: AÇÂO1.2: Investigar/propor instrumentos para contratação da criação do material didático
AÇÃO1.3 – Criação de material didático livre de alto nível (USP, MTE)
MTE: AÇÃO1.4 – Definição de padrões e formatos para criação de um centro de conhecimento livre (IESB, USP, Exército)

OBJ2 – Apoio a criação de novos cursos superiores, técnicos e de extensão em Software Livre (qualificação)
Indicadores:
Número de cursos criados em cada categoria
Número de instituições que ofereceram cursos
Número de alunos cobertos pelos cursos
Numero de formados inseridos no mercado na área
Ações
ACAO2.2: [Coord.CISL] – Apresentar proposta para Coordenação do PNE
ACAO2.1: [MTE] – Realizar pesquisa de demanda social de formação profissional em tecnologia Livres (CISL)

2. PESQUISA

OBJ3 – Fomento à pesquisa científica em tecnologias livres
Indicadores:
Editais lançados
Montante investido
Projetos de pesquisa financiados
Número de artigos científicos publicados

(SG/PR) ACAO3.1 – Estabelecer contrapartidas para instituições e empresas que fazem pesquisa e adotam Software Livre (MTE, MEC?, FINEP?)
(CISL) AÇÂO3.2 – Publicar edital do CNPq para pesquisa em SL (USP, UNIFESP)

3. INOVAÇÃO

OBJ4 – Fomento à integração de IES com governo
Indicadores:
Número de IES fomentadas
Número de órgãos governamentais integradas com IES

SERPRO(Machado/Tiboni): AÇÂO 4.1 Aprimorar mecanismos para estabelecimento de convênios com IES públicas e privadas
SERPRO(Machado/Tiboni): AÇÂO 4.2 Ampliar a quantidade de convênios e a disponibilidade de recursos para convênios com IES para P&D de software livre

OBJ5 – Apoio a startups de software livre
Indicador: Número de startups apoiadas

(Coord. CISL) AÇÂO5.1 Articular publicação de edital da FINEP para incentivo a empresas de software livre
(Coord. CISL) AÇÂO5.2 Incorporação no Programa Startup Brasil (TI Maior) a criação de incubadoras regionais voltadas especificamente para software livre

OBJ6 – Estimular alunos e técnicos a resolverem tickets de projetos de software livre
Indicadores:
Número de demandas atendidas
Número de participantes

SERPRO: AÇÂO6.1 Criação de grupo de trabalho que viabilize uma central de operação de tickets unindo demandantes e executores de tarefas em tecnologias livre

4. EXTENSÃO

OBJ7 – Fomento a programas de inclusão digital oferecidos por alunos de IES a comunidades locais (P.ex., pinguim.pro.br)
Indicadores:
Número de programas executados
Número de indivíduos atendidos pelos programas ( Obs da coordenação: Apenas o número de programas é suficiente) (GT não concorda: impacto é melhor medido pelo num. pessoas)

MTE (Djalma) SERPRO SG/PR: AÇÃO7.1 Criação de grupo de trabalho que viabilize uma central de operação de tickets unindo demandantes e executores de tarefas em demanda social
AÇÃO7.2 Reconhecer os participes com selo social

B. PARTICIPACAO E DESENVOLVIMENTO

OBJ8 – Estímulo (fomento) a eventos de software livre
Indicadores:
Número de eventos fomentados
Público alcançado pelos eventos
Quantidade de recursos investidos

SG/PR: AÇÃO8.1 Articular junto à ASCOM recursos para eventos de software livre
ASL?: AÇÂO8.2 Realizar oficina de capacitação para captação de recursos e realização de eventos de SL

OBJ9 – Estimular a manutenção de um espaço único com cadastros de especialistas em Software Livre atualizado pela própria comunidade
Indicador:
Número de especialistas cadastrados por ano
MTE: AÇÂO 9.1 Incluir especialistas em software livre no mapa de profissionais do MTE

OBJ10 – Ampliar apoio e patrocínio a organizações relacionadas a software livre de interesse do governo
Indicador:
Número de organizações patrocinadas
Quantidade de recursos investidos
CISL: AÇÂO 10.1 Criar grupo de trabalho que defina e dê visibilidade aos produtos de SL prioritários para o governo
CISL: AÇÂO 10.2 Propor inclusão no PPA de recursos para fomento a esses produtos

C. SENSIBILIZAÇÃO POLÍTICA

OBJ11 – Certificação/Homologação de softwares existentes (p.ex. PostgreSQL)
Indicador:
Número de softwares certificados/homologados
Número de instituições que certificam/homologam
CISL: AÇÃO 11.1 Articular a criação de um centro virtual para certificação/homologação de SL

OBJ12 – Aprimorar canais de diálogo através das mídias sociais em torno do software livre na administração pública
Indicadores:
Número de posts realizados
Número de pessoas atingidas
Coord CISL: AÇÃO 12.1 Elaborar plano de comunicação nas novas mídias (Comunicação/Presidência do SERPRO). OBS.: Garantir participação de quem entende de SL e de novas mídias e garantir que irá se buscar um diálogo (i.e., comunicação bidirecional)
Coord CISL: AÇÂO 12.2 Viabilizar equipe para operacionalizar a comunicação

OBJETIVOS ADICIONAIS

OBJXX – Fomentar a criação de um Instituto do Software Livre ou uma divisão de um órgão existente (p.ex. CPqD) voltado exclusivamente à produção/certificação/homologação de SL e tecnologias abertas

OBJXX – Instituir orientação técnica para que projetos tecnológicos do governo adotem o uso de tecnologias abertas (p.ex., cidades digitais).
Indicador:
número de orientações técnicas publicadas

OBJXX – Sensibilizar sobre a pauta e promover o uso de software livre pelos movimentos sociais de massa e movimentos articulados em rede

OBJXX – Atualização da legislação para reduzir o uso de software proprietário sem sólida justificativa.
CONFLITA/CONVERGE com GT1 g) Ampliar a proporção de uso de sw livre em relação a software privativo
CONFLITA/CONVERGE com GT1 m) Impedir o crescimento do legado privativo no governo federal;
MACHADO LEVARÁ ISSO AO gt1

CISL: AÇÃO XXX Apontar uma distribuição padrão de SL homologada para uso pelo governo federal

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By ricardopoppi

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Imperdivel e rola no Brasil todo!

Daqui exatamente um mês acontece o Flisol em várias cidades do Brasil. O Flisol já é um dos eventos que mais mobiliza jovens, ativistas e profissionais de tecnologia para debater a importância da adoção e contribuição com softwares livres na América Latina.

O que é FLISoL?

O Festival Latino-americano de Instalação de Software Livre (FLISoL) é o maior evento da América-latina de digulgação de Software Livre. Ele é realizado desde o ano de 2005, e desde 2008 sua realização acontece no 4o. sábado de abril de cada ano. Seu principal objetivo é promover o uso de Software Livre, mostrando ao público em geral sua filosofia, abrangência, avanços e desenvolvimento. Para alcançar estes objetivos, diversas comunidades locais de Software Livre (em casa país/cidade/localidade), organizam simultâneamente eventos em que se instala, de maneira gratuita e totalmente legal, Software Livre nos computadores dos participantes. Além disso, paralelamente acontecem palestras, apresentações e workshops, sobre temas locais, nacionais e latino-americanos sobre Software Livre, em toda a sua expressão: artística, acadêmica, empresarial e social.

Mais informações aqui: http://www.flisol.info/Brasil

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Aê, nesse sábado, nada de dar uma Robin. Se vc sabe programar, desenhar, fazer conta ou só encher o saco mesmo, vem pro hackatão! Anota aí o endereço:

Quando: Sábado agora, dia 23/02 às 10hs da manhã
Onde: IFC – Instituto de Fiscalização e Controle na SHIGS 704, Bloco C, casa 67, Asa Sul, Brasília
Mais informações: http://wiki.opendataday.org/Bras%C3%ADliaODD-DF2013

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By ricardopoppi

Identi.ca

O presente texto busca fornecer subsídios para análise de solução de transmissão de vídeo e áudio pela rede mundial, facultando livre acesso aos conteúdos dos eventos de participação social pelo conjunto dos cidadãos e cidadãs Brasileiras. Grande parte das transformações sociais trazidas pelas TICs e a presença ubíqua da Internet no planeta se deve ao fortalecimento de uma lógica baseada na colaboração e na construção conjunta de conceitos, processos e produtos. Inspirados por esse movimento e na crença de que as tecnologias nas quais são baseados os sistemas e ambientes de participação social e mediação governo/sociedade precisam seguir e fomentar essa lógica colaborativa, é que proponho a especificação inicial para um sistema de transmissão e mediação de eventos de participação social baseado em software livre e padrões abertos. Apresento os elementos para especificação, divididos em três partes: Geração, Distribuição e Visualização com interação.

Essa especificação foi construida com a inestimável colaboração dos membros de pelo menos duas redes, a Metareciclagem e a Transparência Hacker. As discussões na thacker rolaram aqui e na meta aqui. Aproveito para agradecer nominalmente as contribuições do Felipe Cabral, Banto Palmarino, Diego Rabatone, Luiz Carlos, Efe, Lucasa, Graffos, Isaac Filho, outros que posso ter esquecido de citar nominalmente e milhares de anônimos que trabalharam para que esse conhecimento estivesse presente na mente daqueles que aqui contribuiram.

1- Geração

A geração do vídeo para transmissão deve atender ao objetivo de gravar vídeo e áudio em boa qualidade, para fins de registro e publicação posterior, mas com bastante flexibilidade para diminuir a qualidade de transmissão ao servidor de streaming quando a ação estiver sendo executada em rede lenta (wifi compartilhado, 3G etc). É fundamental também realizar a captação do som diretamente da mesa (ou conectar um pequeno sistema de som onde não houver) e que o operador do Kit possa comandar o sistema de zoom da câmera de modo a fechar o quadro em quem está com a palavra e exibir, na medida do possível, a imagem da apresentação (slides), quando houver.

a) Opção 1: Integração de PC com software (Kit):

  • Hardware de última geração compacto (utilizar notebook com bom suporte de drivers para GNU/Linux);
  • Placas de captura: Como a interface firewire está caindo em desuso, é possível optar por utilização de hardwares de captura em USB que está atingindo velocidades satisfatórias. Há opções analógicas como PixelView XCapture USB ou mais genéricas como a Conexant CX-231023, ambas com bom suporte a GNU/Linux;
  • 2 Câmeras de Vídeo HD 1080p (com zoom) com saída HDMI (Qualidade na captação é importante para gravar o vídeo que será disponibilizado como registro);
  • Mini mesas de som (ex: CSR 401M) e 4 microfones (para ambientes sem estrutura de som).
  • Landell: Software Livre desenvolvido no Brasil, com suporte a Theora e WebM e permite o uso de duas câmeras e a inclusão, em tempo real, de imagens, marca d’água e legendas de texto;

b) Opção 2: Hardware “appliance”

Compartilhando divulgação de evento no Senado Federal sobre o Marco Civil:

Marco Civil da Internet

Quando fazemos uso da Internet para manter relações profissionais e de amizade, comprar e vender, divulgar ideias, criticar outras pessoas ou simplesmente nos entreter, quais são os direitos e deveres das partes que se envolvem nesse complexo sistema de comunicação? À medida que cresce a demanda por serviços e aplicações na Internet, multiplicam-se os casos de litígio em que o usuário não encontra meios para exigir reparação do dano sofrido. No polo oposto, provedores de acesso e de conteúdo também se sentem prejudicados, seja pela impossibilidade de cobrar um valor que consideram justo pelos serviços oferecidos, seja pela responsabilidade que lhes é imputada em relação a crimes cometidos por terceiros na Rede. A proposição intitulada “Marco Civil da Internet”, em tramitação na Câmara dos Deputados, procura responder algumas dessas questões.

Para debater o tema, o Núcleo de Estudos e Pesquisas do Senado promove o Seminário “Marco Civil da Internet”, a ser proferido pelo Consultor Legislativo Igor Villas Boas de Freitas, no dia 17/05, às 16 hs, na Sala de Comissões nº 2 da Ala Nilo Coelho. Convidamos todos a participarem, bem como a divulgarem o evento para os interessados no tema.

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Café com Debate

 

Como os dados abertos vão transformar as práticas do governo e gerar oportunidades para a sociedade.

 

A Escola Nacional de Administração Pública (ENAP) tem a satisfação de convidá-lo (a) para o próximo Café com Debate cujo tema será “Como os Dados Abertos vão transformar as práticas do governo e gerar oportunidades para a sociedade”.

 

Nesta edição, o governo federal lançará o Portal Brasileiro de Dados Abertos (dados.gov.br), desenvolvido pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MP), por meio da Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação (SLTI).

 

Data: 4 de maio (sexta-feira) de 2012
Horário: das 8h30 às 10h30
Local: Auditório da ENAP
Debatedores
  • Alexandre Gomes, representante do grupo Transparência Hacker – THack
  • Delfino Natal de Souza, secretário de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento
  • Hartmut Richard Glaser, secretário executivo do Comitê Gestor da Internet do Brasil
  • Carlos Francisco Cecconi, analista de projeto do W3C Brasil
Moderador
  • Paulo Carvalho, presidente da ENAP
O portal faz parte da política brasileira de dados abertos, criada a partir da Parceria para Governo Aberto (Open Government Partnership-OGP), e constitui ferramenta fundamental para o acesso e o uso dos dados abertos do governo federal, por parte da sociedade. A divulgação de dados abertos é preconizada também na Lei de Acesso à Informação (Lei no 12.527), que entra em vigor em 16 de maio.
Solicitamos a confirmação de sua presença até o dia 2 (quarta-feira) de maio, pelo endereço endereço eletrônico cafecomdebate@enap.gov.br, com o nome, o cargo, o e-mail, o telefone e o órgão ao qual está vinculado.

Escola Nacional de Administração Pública (ENAP) – SAIS Área 2-A, CEP: 70610-900, Brasília-DF




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Uma das vantagens do processo de discussão on-line é a capacidade de produzir estatísticas e análises consistentes sobre os debates. Quando estamos em uma conferência/debate presencialmente é bem mais difícil ter a visão do todo: O processo de participação foi realmente aberto? Houve interação entre as pessoas? Ou foi um processo fechado, dominado por poucas pessoas? No entanto, quando a conferência é feita pela internet e com uma plataforma bem feita, fazer essas análises de maneira precisa é relativamente simples.Analisarei hoje, o debate on-line realizado na CONSOCIAL Virtual (1ª Conferência Nacional sobre Transparência e Controle Social) e com a confecção de uma simples análise de redes, demonstrarei quais debates tiveram maior interação entre os seus usuários e quais foram os usuários mais influentes. A ideia é ter um panorama de como os usuários se comportaram entre os quatro debates existentes da conferência.Para que você entenda melhor como funcionou o processo realizado na plataforma e-democracia, imagine que cada tema é um tópico específico de um fórum e que uma pessoa cadastrada poderia postar mensagens em todos os tópicos.

Temas

  • Tema 1 – Transparência: acesso às informações do poder público
  • Tema 2 – Participação no controle da atuação dos governos
  • Tema 3 – Controle: fortalecimento dos conselhos de políticas públicas
  • Tema 4 – Corrupção: prevenção e combate
Utilize o mouse para navegar pela rede. Ao utilizar o scroll do mouse (a “bolinha”), você vai dar zoom in ou out. Você também pode clicar e arrastar para visualizar cada parte. Divirta-se!

Legenda

A espessura das linhas representa a quantidade de vezes que cada usuário participou de um tema (ou tópico, se preferir). O posicionamento de cada um dos pontos reflete a distância entre eles. Por exemplo, uma pessoa que participou apenas do debate quatro, (canto inferior direito) estará distante de uma pessoa que participou apenas do debate um (canto superior esquerdo). Entretanto, uma pessoa que participou de vários debates se encontrará em uma posição central na rede, a qual poderíamos apelidar de “núcleo duro” das discussões. Observe também que para cada discussão existe pelo menos duas pessoas que participaram ativamente apenas daquela discussão temática. Essas pessoas podem ser identificadas pelos traços fortes para fora do centro.

 

Como a análise foi feita

Utilizei dois softwares livres, o NodeXL para a montagem da planilha e o Gephi para a edição visual da rede. O banco de dados utilizado foi a exportação das discussões que a plataforma e-democracia disponibiliza (download) e a rede se refere a uma ligação entre usuário e o tema do debate.

A planilha construída segue o seguinte exemplo: O Usuário 1 postou no Tema 1 3 vezes e no Tema 2 3 vezes, e o Usuário 2 postou no Tema 1 6 vezes.

Usuário Tema Qtd de mensagens
Usuário 1 Tema 1 3
Usuário 1 Tema 2 3
Usuário 2 Tema 1 6
etc

Com estatística descritiva simples diríamos que o Usuário 1 postou 6 vezes e o Usuário 2 também. Entretanto, a análise de redes nos diz (de forma gráfica e matemática) que o Usuário 1 teve um papel mais relevante em ambas as discussões do que o Usuário 2. Existe ainda diversos outros indicadores sobre a “qualidade” da rede e a “relevância” de cada pessoa, mas comentarei sobre isso em uma próxima oportunidade.

 

No próximo post, apresentarei algumas formas possíveis de analisarmos o conteúdo das discussões.

 

Max Stabile (thackdaydf@maxstabile.com)

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Segue a listagem das propostas aprovadas na conferencia livre para dados abertos #consocial http://conferencialivre.w3c.br/

  1. Inventariar e publicar o catálogo de todas as bases de dados governamentais, incluindo dados sigilosos, de acordo com a Lei de Acesso à Informação (lei 2527/2011).

  2. Regulamentar, em todos os níveis da federação, a publicação de dados em formato aberto, definindo planos anuais com cronogramas, aspectos técnicos, responsabilidades, indicadores e metas de abertura de dados.

  3. Assegurar que toda e qualquer publicação de dados públicos na webnecessariamente seja em formato aberto, visando a facilitar sua obtenção, análise e reaproveitamento pela sociedade.

  4. Tornar obrigatório que órgãos públicos criem grupos de trabalho ou departamentos com competência sobre dados abertos, responsáveis por criar programas, campanhas e identificar, em parceria com a sociedade, as demandas por dados abertos.

  5. Associar as gratificações dos servidores públicos à sua participacão em programas de educação popular e cidadã sobre suas atividades, com o objetivo de empoderar os cidadãos em acompanhar e colaborar nos processos públicos.

  6. Criar incentivos financeiros do setor público, para que empresas da iniciativa privada, especializadas em TI, desenvolvam soluções e aplicativos para dados abertos públicos.

  7. Vincular o repasse de recursos públicos à abertura de dados.

  8. Desenvolver e implantar programa de capacitação (envolvendo aspectos de sensibilização, filosóficos, técnicos e gerenciais) para os servidores públicos sobre dados abertos, em parceria com universidades e ONGs.

  9. Criar a virada da transparência, desafios para a criação de aplicativos e outros eventos que chamem a atenção para dados públicos.

  10. Instituir diretriz que determine que todo órgão governamental elabore manual de uso dos dados abertos, voltado aos cidadãos em linguagem acessível, levando em conta sua utilização para o controle e participação social. Esses manuais devem ser periodicamente atualizados.
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